JOSÉ LUIZ OREIRO

Professor adjunto do departamento de economia da Universidade de Brasilia. 

Foi professor do departamento de economia da Universidade Federal do Paraná de 2003 a 2008, onde exerceu o cargo de Diretor do Centro de Pesquisas Econômicas (CEPEC), de vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Econômico (2004-2008) e de coordenador do Boletim Economia & Tecnologia (2005-2007), do qual foi o fundador. 

Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Dinâmica Macroeconômica, atuando principalmente nos seguintes temas: acumulação de capital, crescimento econômico, autonomia de política monetária, taxa de juros e dinâmica não linear.


Publicou mais de 80 artigos em revistas científicas no Brasil e no exterior como, por exemplo, o Journal of Post Keynesian Economics, Cambridge Journal of Economics, International Review of Applied Economics, Investigacion Economica, Revista de la Cepal, Economia (Anpec), Revista de Economia Política, Economia e Sociedade e Estudos Econômicos. 

De acordo com a critério REPEC está entre os 10% mais produtivos pesquisadores em economia do Brasil. 

É co-organizador de vários livros como, por exemplo,"Agenda Brasil: políticas econômicas para o crescimento com estabilidade de preços" publicado pela Monole em 2003, "Sistema Financeiro: uma análise do setor bancário brasileiro" publicado pela Campus em 2007, "Política Monetária, Bancos Centrais e Metas de Inflação: teoria e experiência brasileira", publicado pela FGV Editora em 2009 ,  "An Assessment of the Global Impact of Financial Crisis" publicado pela Palgrave Macmillan em 2010 e "Macroeconomia do desenvolvimento: ensaios sobre restrição externa, financiamento e política econômica" publicado pela Editora da UFPE em 2012.

April 3, 2019

Na ultima reunião do COPOM a taxa básica de juros foi mantida, por unanimidade, em 6,5% a.a. A decisão foi uma surpresa para a maior parte dos analistas que esperava uma queda de 0,25 p.p. A justificativa dada no comunicado do Copom é que “a normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas (leia-se Estados Unidos)” estaria tornando o ambiente externo (sic) mais desafiador, o que justificaria uma pausa na flexibil...

July 27, 2018

Neste início de 2018 o Governo Temer, na sua ânsia de mostrar que não é “lame duck”, colocou em discussão a possibilidade de fazer uma PEC “flexibilizando” a assim chamada “regra de ouro”, definida no artigo 167 da Constituição Brasileira, a qual VETA a realização de operações de crédito por parte da União que sejam superiores as despesas de capital, rubrica na qual se incluem não apenas os investimentos da União, como também...

July 13, 2018

No Manifesto do Partido Comunista, em 1848, Marx e Engels afirmaram que a história de todas as sociedades é a história da luta de classes, a qual assume, no capitalismo, a forma da luta entre capital e trabalho. Felizmente, o advento do Estado do Bem-Estar Social e da Doutrina Social da Igreja Católica na Europa no final do século 19; do capitalismo socialmente regulado após reformas de Franklin Roosevelt nos EUA nos anos 1930...

May 24, 2018

Na ultima reunião do COPOM a taxa básica de juros foi mantida, por unanimidade, em 6,5% a.a. A decisão foi uma surpresa para a maior parte dos analistas que esperava uma queda de 0,25 p.p. A justificativa dada no comunicado do Copom é que “a normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas (leia-se Estados Unidos)” estaria tornando o ambiente externo (sic) mais desafiador, o que justificaria uma pausa na flexibil...

March 22, 2018

O BCB acabou de anunciar uma nova redução de 0,25 p.p da taxa básica de juros após o término da reunião do COPOM, realizada ontem e hoje em Brasília. A meta da selic está agora em 6,5% a.a, o menor valor da série histórica. Ao anunciar a redução da meta da taxa selic, o BCB acenou com a possibilidade de uma nova redução da taxa de juros na reunião de maio. No comunicado após a reunião do COPOM, o BCB afirmou que a flexibilizaç...

March 6, 2018

Palavra de especialistas

O Globo – 05/03/2018

Marcos Lisboa – Economista e presidente do INSPER

O Brasil optou, em diversos setores, por fazer no país a maior parte da produção, com regras de conteúdo nacional, tentando ter a cadeia inteira aqui. Isso vai na contramão do que o mundo faz, que é identificar áreas em que se é muito eficiente. Nas demais, compra-se de quem faz melhor no mundo. Além disso, o conceito de indústria mudo...

February 22, 2018

Recentemente a Instituição Fiscal Independente (IFI) divulgou estudo especial sobre o comportamento do hiato do produto para a economia brasileira no período compreendido entre dezembro de 1996 e junho de 2017. O hiato do produto é definido como o percentual no qual o PIB se encontra acima ou abaixo do produto potencial. Um hiato positivo significa que a economia opera acima da sua capacidade de produção, o que sinaliza a exis...

January 8, 2018

Neste início de 2018 o Governo Temer, na sua ânsia de mostrar que não é “lame duck”, colocou em discussão a possibilidade de fazer uma PEC “flexibilizando” a assim chamada “regra de ouro”, definida no artigo 167 da Constituição Brasileira, a qual VETA a realização de operações de crédito por parte da União que sejam superiores as despesas de capital, rubrica na qual se incluem não apenas os investimentos da União, como também...

December 20, 2017

A Nova China ou Xinhua - agência de notícias oficial do governo da República Popular da China, sendo a maior agência de notícias do país - entrevistou o Argonauta José Luiz Oreiro. O tópico central: crescimento econômico chinês. Veja e entrevista completa:


BRASILIA, 26 de julho (Xinhua) - O crescimento mais alto do que o esperado na economia chinesa teve um impacto positivo na economia brasileira, favorecendo o setor primário...

December 4, 2017

Qual o ritmo de avanço que a economia brasileira sustentará daqui para frente?

A economia brasileira deverá fechar 2017 com crescimento abaixo de 1%, resultante dos efeitos combinados da liberação dos depósitos inativos do FGTS, da redução da taxa de juros e do forte crescimento das exportações, tanto de produtos básicos como de manufaturados, em função da aceleração da economia mundial. Considerando a queda acumulada de quase...

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